QUEM FOI RAMATÍS

Enviado por A. Cavalcanti Nenhum Comentário 28/05/2009

RamatísRAMATÍS,  Viveu na Indochina, no século X, já se havia distinguido no século IV.

Na Atlântida, foi contemporâneo de Allan Kardec.

No Egito, novamente conviveu com Allan Kardec, que era então sacerdote Amenofis, ao tempo do faraó Merneftá, filho de Ransés.

Após certa disciplina iniciática, a que se submeterá na China, fundou um templo na Índia. O templo que Ramatís
fundou, foi erguido pelas mãos de seus primeiros discípulos, provindos do Egito, da Índia, da Grécia, da China e Arábia.

Os discípulos de Ramatís, naquele templo, já estudavam sobre magnetismo, astrologia, clarividência, psicometria, radiestesia e assuntos quirológicos aliados á fisiologia do “duplo-etérico”.

Ramatís desencarnou ainda moço, com vinte anos de idade, por parada cardíaca. Durante sua atuação no templo, conseguiu aliciar 72 discípulos que, no entanto após o desaparecimento do mestre, não puderam manter-se à altura do mesmo padrão original.

Apenas dezessete discípulos, conseguiram envergar a simbólica “túnica azul” e alcançar o último grau daquele ciclo iniciático.

Vinte e seis adeptos estão no Espaço cooperando nos labores da Fraternidade da Cruz e do Triângulo, o restante disseminou-se pelo orbe , em várias latitudes geográficas.

Dezoito reencarnaram no Brasil; seis nas três Américas, enquanto os demais se espalharam pela Europa e, principalmente, pela Ásia.

Em virtude de estar a Europa, atingindo o final de sua missão civilizadora, alguns dos discípulos que lá habitam, emigrarão para o Brasil, em cujo território – afirma Ramatís – se encarnarão os predecessores da generosa humanidade do terceiro milênio.

Após significativa Assembléia de altas entidades, realizada no Espaço, no século findo na região do Oriente, procedeu-se á fusão entre duas importantes “Fraternidades” que dali operam em favor dos habitantes da Terra. Trata-se da Fraternidade da Cruz, que divulga os ensinamentos de Jesus e da Fraternidade do Triângulo, ligada a tradição iniciática e espiritual do Oriente.

Após essa memorável fusão, essa única fraternidade passou-se a chamar Fraternidade da Cruz e do Triângulo. O símbolo dessa nova fraternidade é um triângulo com uma cruz. A cruz o significa os ensinamentos deixados por Jesus, representado o Ocidente e no triângulo, a representação da cultura espiritualista Oriental.

Da fusão dessas duas Fraternidades, surgiram extraordinários benefícios para a Terra. Mentores espirituais do Oriente passaram, então a atuar no Ocidente, incumbindo-se da orientação de certos trabalhos espíritas, enquanto instrutores Ocidentais passaram a atuar na Índia, no Egito, na China e em vários agrupamentos que até então eram exclusivamente supervisionados por instrutores Orientais.

Essas trocas de informações ampliam o sentimento de fraternidade entre o Oriente e o Ocidente, bem como aumenta a oportunidade de maior número de espíritos de avançar mais rapidamente em sua evolução espiritual.

Fonte: – Leia mais, na obra Mensagens do Astral – Ramatís – (Explicando) – psicografado por Ercílio Maes.

Ramatís mostrou ao médium Norberto Peixoto, em desdobramento clarividente durante o sono físico, algumas de suas experiência vividas pelo Universo, como segue:

Mostrou-se como um extraterrestre de um planeta próximo á estrela Sírius.

Em outra ocasião, Ramatís apareceu no campo de clarividência do médium como um Ser de Sírius.

Teve uma vivência na Atlântida, como sacerdote Aumbandhã dos velhos Templos da Luz, um mago instrutor do conhecimento uno primevo.
Um tempo após sua encarnação na Atlântida, não se sabe ao certo, Ramatís foi um cacique indígena , líder de uma expressiva tribo nos extensos territórios da antiqüíssima América do Norte, região hoje conhecida como Planalto do Colorado. Uns poucos remanescentes dessa, que foi a maior civilização indígena são os índios Hualapai. Seus ancestrais ocupavam quase todo o Grande Canyon até as montanhas Rochosas. (mais de 10 mil anos atrás)

Foi casado com uma índia, que hoje é a entidade venusiana cabocla Jurema, no mediunismo de Umbanda. Tiveram vários filhos, somente um foi seu aprendiz xamânico, o substituindo mais tarde no comando da tribo. Hoje é a entidade caboclo Pery, protetor do médium Norberto Peixoto.

Ramatís, apresentou-se como um filósofo grego de uma fraternidade iniciática hermética, quando se chamou Pitágoras.

Em outra ocasião, Ramatís se mostrou como um filósofo egípcio das coisas transcendentais.

Ramatís foi um iniciado na secreta Confraria dos Essênios á época de Jesus. Tendo tido contato direto com o Divino Mestre.

Após o advento da personificação do Cristo em Jesus, foi um negro mouro feiticeiro, curador, na antiga região da Mauritânia, na África. Nessa vivência na carne, igualmente foi líder espiritual de um gênero tribal. Foi um exemplo de conduta espiritual, pois mesmo sofrendo de reumatismo originado pela má circulação por causa de deformidade na perna, e em estado de avançada velhice continuou até o fim de seus dias alentando e curando enfermos.

Mostra-se também em configuração astral correspondente a sua encarnação no século 10, no máximo com 16 anos, sem turbante, com os olhos verdes e como nariz um tanto saliente, ao contrário do retrato tradicional onde está com o turbante, e em que os olhos são castanhos e o nariz delicado.

Ramatís assumiu de longa data, com os Maiorais sidéreos, o compromisso com a evolução e expansão das consciências neste terceiro milênio que se inicia. Sucede que Ramatís trabalha arduamente no Espaço numa faixa crística que abrange em larga escala o mediunismo na Terra.

Fonte: – Leia mais, na obra Evolução no Planeta Azul – Ramatís – Capítulo 4 – Orixás – vibrações cósmicas – psicografado por Norberto Peixoto.

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