EXUS

Enviado por A. Cavalcanti Nenhum Comentário 25/11/2010

EXUS.

Na obra Evolução no Planeta Azul de Ramatís psicografado pelo médium Norberto Peixoto, no capítulo 6, denominado de: Agentes mágicos (exus) e seus arcanos, páginas 188 a 206, temos a seguinte explicação sobre Exu.

– Quando se fala em Exu, vem logo à mente a idéia de espíritos maldosos, que operam nos trabalhos mediúnicos da Umbanda, da Quimbanda e Candomblé, devido haver uma confusão generalizada, inclusive confundem Espiritismo com esses segmentos onde praticam o mediunismo.

– É necessário distinguir, a vibração da entidade espiritual. A vibração é o campo que agrega certas entidades afins, que possuem identidades próprias, e atuam dentro da postura correspondente aquela vibração.

Os Exus, à exemplo dos Orixás, não são entidades espirituais. São tão somente faixas vibracionais, onde operam espíritos como procuradores na magia de cada exu, e que se relacionam com as sete vibrações dos orixás.

– Fica claro que os Exus originais, esses agentes mágicos universais, não são princípios espirituais encarnantes, portanto não possuem corpos astrais e assim sendo, não podem se manifestarem mediunicamente.

– Esses espíritos que atuam na linha vibratória de determinados Exus, erroneamente, por associação passaram a ser identificados com nomes e como se fossem os próprios exus.

– Muitos chefes de terreiros, uns por ignorância e outros, mesmo de má intenção, utilizam-se dessas confusões para aumentarem desonestamente seu poder de mando nos agrupamentos que dirigem.

– Escondendo-se em falsa inconsciência, dizem estar incorporados de tal e qual orixá, ou deste ou daquele exu, gerando fascinações e obsessões coletivas, caindo terrivelmente nas mãos de organizações de baixa envergadura moral do Umbral Inferior.

Nos terreiros ditos de Umbanda, que na verdade não o são, por não praticarem a verdadeira Umbanda, há certa imagem distorcida da realidade ou do verdadeiro significado de “exu”.

– Essa situação confusa, fez com que uma gama de espíritos de certa evolução que vieram à Umbanda desempenhar funções mais terra-a-terra, próprias da linha vibratória de exu, fossem equiparadas equivocadamente ás figuras grotescas, com chifres, rabos, pés de pode, tridentes, sendo tal imagem do mal, à semelhança do Lúcifer, figura adotada por segmentos religiosos.

– Da união de idéias confusas e até mesmo antagônicas, originárias de diferentes credos, temos a origem dessa pregação irreal da figura do exu e não da verdadeira Umbanda.

– Os espíritos que baixam em alguns terreiros dizendo serem exus, atuando  dentro da imoralidade, d deselegância, usando vocabulário de baixo calão e tumultuando o ambiente, na verdade são espíritos farsantes, doentes, denominados de kiumbas-obsessores, que se manifestam,  por descuido do médium , do consulente, ou pela baixa moralidade do grupo mediúnico.

Nessas invasões ocorrem manifestações de espíritos mentirosos fingindo serem caboclos e pretos velhos. Esses mistificadores tentam fingir o que não são tentando estabelecer um processo de domínio e de conquista dos médiuns e dos consulentes, aproveitando-se de suas ignorâncias, das suas ambições e vaidades mesquinhas.

A exploração desses irmãos doentes, os kiumbas, em processos moralmente ilícitos, se fazem presentes nas vampirizações fluídicas, tornando alguns terreiros balcões de que a tudo se resolvem por meio de despachos pagos e rituais macabros, e em total discordância com as Leis Divinas e de merecimento individual de cada um.

– São os verdadeiros espíritos trabalhadores nas linhas de exus da Umbanda que garantem a segurança dos trabalhos, mantendo a organização e a disciplina e são grandes combatentes quando em atividades socorristas e de resgates nas organizações malévolas do Umbral Inferior.

– Exu respeita o carma de cada cidadão e não faz nada que contrarie o livre-arbítrio e o merecimento de cada criatura.

– Os verdadeiros espíritos trabalhadores das freqüências de exus da Umbanda, não representam o melhor exemplo de delicadeza amorosa, por serem um tanto endurecidos pela vivência passada nos rituais de enfeitiçamento da magia negra, por terem sido destemidos magos.

– Têm para si pesados carmas gerados por eles próprios, e evoluem no caminho do bem como todos os demais espíritos bem intencionados e desejosos de progredir.

– Realizam desmanchos e mantêm a integridade física, etérica e astral dos médiuns a que se vinculam por compromissos evolutivos mútuos e por fortes laços de ancestralidade, pois ambos já se serviram nos descaminhos da magia usada em proveito próprio e para desgraça de outros. São eficazes exaustores, preservando os médiuns de energias deletérias.

– Os executores do serviço benfeitor, deparam com muitos obstáculos. Entre eles existem as formas pensamentos que dão consistência as formas artificiais oriundas das mentes doentias dos encarnados, que são manipuladas pelos magos negros.

– Essas formas artificiais, têm a aparência astral humana, como se fossem espíritos desencarnados. Algumas são constituídas em tão engenhosas obras de tecnologia maligna, que apresentam “emoções” e “sentimentos”. Possuem movimentos próprios, como se tivessem vidas e são habilmente manipuladas em terríveis rituais de magia negra.

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